Ponte Vasco da Gama


Ponte Vasco da Gama
A organização da última feira mundial do milénio permitiu impulsionar a transformação urbana de Lisboa através de grandes infraestruturas, como a Ponte Vasco da Gama.

A candidatura para a celebração da Expo da capital lusa foi acompanhada pelo que podemos designar como uma opção «periférica e aquática» para a sua localização, e nela propuseram-se duas hipóteses alternativas: a oriente e a ocidente da parte moderna da cidade.

Os défices mais dramáticos de infraestruturas, habitação e meio ambiente acumulavam-se no sector ocidental, de ambos os lados do Tejo, exactamente o local escolhido para a feira, invocando expressamente este argumento reformista.

Projectada a renovação desta zona, tornava-se imprescindível melhorar todos os acessos desde e para a cidade.

A actuação mais significativa neste sentido foi a construção da Ponte Vasco da Gama, que liga Lisboa à periferia localizada na península adjacente.

Esta intervenção facilitou o acesso a Lisboa, que se realizava por uma ponte situada demasiado longe do centro e que obrigava a fazer um trajecto muito mais longo.

Estruturalmente, a ponte é constituída por uns primeiros pilares dos quais estão suspensos os cabos metálicos que sustentam as partes mais próximas de terra firme.

A parte central é composta por uma plataforma sobre pilares, sem apoios adicionais.

Citado de Atlas de Arquitectura Actual, de Francisco Asensio Cerver (Konemann Verlagsgesellschaft, Colónia)

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