Departamento de Geociências da Universidade de Aveiro


Departamento de Geociências da Universidade de Aveiro
A ordenação urbanística do campus e as condições da encomenda por parte da universidade estabeleciam premissas claras: a superfície total construída devia ser de 4312 metros quadrados; a altura máxima, três pisos; o comprimento do edifício, 80 metros; a sua largura, 20 metros; a percentagem de superfície destinada a circulações, aproximadamente 20%; o material para acabamento das fachadas, o tijolo vermelho.

Com disposições urbanísticas tão claras, para que é necessário o arquitecto, terá pensado Souto de Moura: "Como as regras do jogo estavam definidas, o edifício adquiriu forma quase sem discussão: uma caixa cortada por um corredor central." Basta olhar para os outros edifícios do campus: blocos lineares de tijolo, todos com três pisos, paralelos e equidistantes, cujas única diferença reside em as janelas serem corridas ou quadradas, ou as persianas claras ou escuras.

Pelo contrário, o edifício de Souto de Moura transmite uma grande austeridade, uma renúncia evidente de tudo o que é acessório em arquitectura, uma enorme atenção ao detalhe com a intenção de conseguir minimizar a sua repercussão no aspecto final da obra, a vontade de não revestir os elementos estruturais com o objectivo de tornar patentes as leis construtivas do edifício e um esforço para abstrair geometricamente os elementos que compõem os edifícios.

As salas são espaços despojados de acessórios e nos quais há apenas os móveis indispensáveis.

Citado de Atlas de Arquitectura Actual, de Francisco Asensio Cerver (Konemann Verlagsgesellschaft, Colónia)

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