Albergaria-a-Velha: Viagens e turismo

Na sede deste concelho no vale do rio Vouga, Albergaria-a-Velha, vale a pena visitar a Igreja Matriz, com retábulos e altar-mor de talha dourada dos séculos XVII e XVIII, a Casa e a Capela de Santo António (século XVIII) e a Capela de São Sebastião, também com retábulo de talha dourada do século XVII.

O monte de Nossa Senhora do Socorro é um local muito agradável para descansar e admirar os belos panoramas e os pinhais.

Mas verdadeiramente interessantes são os vestígios arqueológicos descobertos na região e que confirmam a presença do Homem desde tempos muito remotos. As «mamoas», nome dado pela população local devido ao seu aspecto mamilar, são monumentos funerários do período neolítico.

O núcleo mais significativo é o de Taco, onde há anos são levados a cabo trabalhos de investigação arqueológica com resultados compensadores. As duas mamoas de Taco que ainda restam são grandes montículos de terra que cobrem dólmens e câmaras funerárias.

Além disso, foi encontrado um conjunto de instrumentos para uso quotidiano, rituais religiosos e adorno, feitos de materiais líticos e cerâmicos, e fragmentos de cristais de rocha.

O artesanato da região inclui trabalhos de cestaria e bordados. A gastronomia é rica e variada, com leitão assado, rojões, enguias e vários pratos de lampreia.
Destaque
Quinta da Vila Francelina Quinta da Vila Francelina
Frossos, Albergaria-a-Velha
$$$ (50 a 100 euros)

A Quinta da Vila Francelina está inserida em Frossos, Pateira, numa zona de reserva ecológica. O edifício principal é uma casa apalaçada da chamada «arquitectura brasileira» (feita por emigrantes portugueses ao regressarem do Brasil), construído nos finais do século XIX com elementos Art Nouveau, e está rodeado por uma quinta em funcionamento, numa zona de paisagem excepcionalmente bela.

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