Campo Maior: Viagens e turismo

Castelo
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Campo Maior começou a fazer parte do território português no reinado de Dom Dinis, que mandou fortificar a vila em 1310. De acordo com a lenda, o nome teria surgido quando três chefes de famílias que viviam dispersas decidiram agrupar-se para maior protecção, tendo exclamado quando descobriram um espaço aberto no mato: «Aqui é o campo maior!»

Depois de uma explosão num paiol ter destruído a cidadela e feito mais de um milhar de mortos (1732), foi decidido construir, anexa à Igreja Matriz, a macabra mas fascinante Capela dos Ossos (1766), cujo interior está totalmente revestido com os ossos das vítimas.

Campo Maior é conhecida pelas suas festas tradicionais, nomeadamente as famosas Festas do Povo: toda a vila trabalha durante o ano a fazer flores de papel para decorar as ruas.

Estas festas realizavam-se sempre em Setembro; agora, só «quando o povo decide» (e podem passar anos sem que isso aconteça), mas vale a pena ver a vila transformada num colorido jardim.

Campo Maior também se orgulha de possuir a maior zona industrial de torrefacção de cafés da Península Ibérica, o que deu origem à criação do Museu do Café (1994), que narra a história desta bebida predilecta dos portugueses.

Outro local a visitar é o Museu de Arte Sacra, instalado na Capela de Nossa Senhora do Carmo (1801) e com peças de interesse artístico e cultural.

Em termos gastronómicos, o concelho sofreu bastante influência de Espanha, reflectida em pratos como as sopas de cação e de tomate e o cozido de grão, ou em doces como as tortilhas de amêndoa e de gila.
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